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O jovem artista performer Gabriel Caetano, extrai imagens coletadas do Google -processos performativos para produzir sua auto afirmação enquanto corpo negro heterogêneo. Caetano acentua na pesquisa desejos pessoais e coletivos, curatoriando esta rede de corpos dissidentes reprimidxs, silenciadxs no mundo. As imagens partem de projetos que o jovem artista arquiteta para possíveis eventos futuros. São colagens que questionam o corpo do artista não-presente na produção,acentuando/apontando estratégias-caminhos-lugares de se fazer performance em mídias bidimensionais. Materiais alterativos e ‘’impróprios’’ para um corpo religioso. São proposições quernatualizam esquemas polêmicos para sua construção performática. O artista subverte seu corpo a partir das colagens digitais enquanto o amanhã não chega.

Quero chegar/propor com as pessoas, no meio, fora, dentro. Não me importa os caminhos que o trabalho siga – seja nas galerias de arte, museus, casa, ruas, centros religiosos. Quero ocupar espaços de presença, história, identidade. Para tanto, como um jovem artista-pesquisador negro, acadêmico do curso de artes cênicas, desejo investir na carreira da docência, produzindo conexões entre meus processos cênicos, performativos, de estesia em parceria com os meus alunos , sistematizando os fazeres presentes em/sobre relação.

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o que motiva Gabriel Caetano Madeira?

Meu trabalho parte da ideia de produzir, fazer, existir corpo, corpos, espaços, matérias silenciadxs. Me aproprio da performance como motivadora plástica, sensorial, curatorial. rnCuratorio relações conexas e desconexões, estabeleço jogos por vezes sem intenção alguma de fazer sentido, provocando assim, na feitura, desdobramentos de outras narratividades poéticas, escultóricas, pictóricas, instalativas, da ação curatorial performativa. Neste sentido, não me interessa a durabilidade do conteúdo

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